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Junho de 2002: O brasil ergue a taça de campeão mundial e o céu ganha uma estrela de intenso brilho - Parte 1

Posted by José Flávio Santos de Carvalho on 21:13
Segunda-feira, 30 de junho


O texto a seguir é baseado em fatos reais.

***



30 de junho de 2001.
Cidade de Uberaba. Minas Gerais. Brasil
9h da manhã.

O repórter cinematográfico Emerson Gondin, colhia imagens da fachada do Hospital Hélio Angotti. Seu foco principal era a janela do quarto onde estava internado, em estado terminal, Chico Xavier: o médium mais famoso do Brasil. Emerson procurava captar as imagens com bastante esmero e atenção, uma vez que elas serviriam para ilustrar a matéria do telejornal da noite. Quem sabe, na janela não surgisse algum médico, algum familiar ou mesmo conseguisse captar algum movimentação dentro do quarto?

O cinegrafista trabalhava havia dez anos para a TV Ideal, emissora afiliada da Rede Globo, em Uberaba. Era um profissional talentoso e respeitado pelo seu trabalho. Os profissionais de imprensa e o público em geral viam seu trabalho com bastante respeito e credibilidade.

O médium Chico Xavier estava internado naquele hospital desde o dia 26 de junho, com uma grave pneumonia nos dois pulmões. Com a saúde debilitada, o paciente tinha dificuldades em falar e só recebia visitas de familiares. A alimentação dele era feita à base de caldos e sopas. Assim que deu entrada no hospital, Chico ocupava um quarto comum, sendo depois, transferido para uma suíte no 2o andar. Era para essa janela que as câmeras de Gondim estavam focadas. Ali, Chico Xavier estava entre a vida e a morte. A imprensa a população em geral, esperavam apenas um comunicado da assessoria de imprensa do hospital, anunciando a morte do médium. Fazia-se necessário que o cinegrafista acompanhasse o caso com atenção especial.

Colhidas as imagens, o repórter cinematográfico guardou os equipamentos e foi à redação para fazer a edição da matéria. Ele não havia colhido nenhuma imagem de impacto, mas o material que tinha já dava para montar a matéria para o telejornal noturno. Enquanto guiava o carro até a TV, um detalhe lhe veio à mente. Soubera por pessoas ligadas ao médium que, certa vez, ele perguntara a Emanuel, espírito-guia que acompanhava Chico Xavier, qual seria o dia em que iria morrer. Ao que Emanuel teria respondido: “O dia, não posso revelar por completo, só posso dizer que você vai morrer em um dia no qual os brasileiros estiverem muito felizes e o Brasil inteiro estiver em festa”.

Emerson Gondim olhou pela janela do automóvel. A brisa fresca da manhã invadia o carro trazendo uma sensação refrescante. Olhou para as pessoas que transitavam pelas ruas e achou tudo muito normal. Não via um momento especial de felicidade naquela cidade, nem muito menos no Brasil. O guia Emanuel deve ter se enganado em suas previsões, pensou.

Já na redação, dirigiu-se à ilha de edição e começou a escolher as imagens para a reportagem quando, de repente, uma imagem o chamou a atenção. Havia em uma das imagens captadas um raio de luz que ele não havia percebido antes. Repetiu a imagem diversas vezes, sem ampliação, com ampliação, de todos os modos. Analisou-a seriamente. Não havia dúvidas. Era um raio de luminosos que descia do alto, traçava uma trajetória em linha reta e entrava pela janela do quarto onde estava o médium.

Na imagem, via-se claramente, o raio de luz se transformar em dois e logo depois voltar a ser um novamente. Era como se ele estivesse descendo e girando em seu próprio eixo.

Intrigado, resolveu ligar para o hospital.

— Alô. Aqui é o repórter Emerson Gondim, da TV Ideal. Gostaria de saber informações a respeito do estado de saúde de Chico Xavier.

— Um instante, por favor. Vou dar uma olhada nas últimas informações sobre a saúde do paciente.

Após alguns segundos aguardando, Emerson ouve novamente a voz da atendente.

— A última informação que tenho é a de que o Sr. Chico Xavier iniciou uma recuperação de seu estado de saúde há dez minutos.

Ao desligar o telefone Emerson ficou ainda mais intrigado. Dez minutos era o tempo que ele havia levado no trajeto entre o hospital e a TV Ideal, após colher a última imagem.  Compreendeu então que estava diante de um grande enigma.

O editor-chefe de jornalismo determinou o repórter Luiz Gustavo para ser seu parceiro na reportagem sobre o misterioso facho de luz. Os dois saíram a campo para averiguar o fato. Havia muitas hipóteses para o fenômeno e eles não queriam dar informação errada. Afinal, poderia ter ocorrido um defeito no equipamento, a projeção de algum holofote que não foi captado pela câmara. Os dois levaram a imagem, primeiramente, ao Dr. Eurípedes Tahan, médico que acompanhava Chico Xavier.

O Dr. Eurípedes resolveu conferir o horário em que a imagem havia sido capturada com o prontuário do paciente e concluiu que o paciente havia dados sinais de melhora logo após o facho de luz entrar pela janela do quarto do hospital. A partir daquele momento, a respiração melhorou, a febre desapareceu e Chico Xavier ficou muito alerta.

— O Sr. acredita em coincidência? Perguntou o repórter Luiz Gustavo.

— Não, eu acredito que houve uma interferência mesmo, respondeu o médico.

— Para a medicina algo de anormal aconteceu ali?

— Sem dúvida nenhuma, porque foi a partir daquele momento que ele começou a melhorar.

— Não poderia ser o efeito dos medicamentos?

— Sim, mas já havia vários dias que ele estava internado e foi a partir daquele momento que ele começou a melhorar.

A imagem também foi apresentada a Régio Alves, pesquisador da Universidade de São Paulo (USP). Segundo o professor, o raio tinha aproximadamente 30 cm de cumprimento e era transparente, pois não chegava a fazer sombra na parede. “Com certeza não é um raio tradicional vindo de cima para baixo, projetado a partir de algum holofote ou alguma fonte semelhante, porque ele tem uma propriedade de estar condensado. Ele viaja como se fosse uma luz”. Acrescenta o pesquisador.

O repórter apresentou o fato a mais um especialista, Claudeir Covo, pesquisador do Instituto Nacional de Fenômenos Aeroespaciais (INFA), uma organização não- governamental. Claudeir era especialista em descobrir truques em fitas de vídeos e fotos que as pessoas inventavam para enganar os leigos.

O repórter indaga a Claudeir:

— O espiral seria a materialização de uma energia?

— Não se tem uma explicação dentro dos conhecimentos científicos. Não se tem uma explicação. É um fenômeno paranormal? Não sei. É um fenômeno extraterrestre? Não sei. O que eu posso dizer é que é um fenômeno desconhecido.

A respeito do assunto, a médium Shirlene Campos, disse: “Quando o espírito é muito evoluído, ele passa a não ter nem a sua forma física, ele se manifesta em forma de luz. Então essa força que veio do plano espiritual superior, certamente, é uma equipe de espíritos ou um único espírito altamente iluminado que, em visita ao Chico Xavier, deve ter ido para sustentá-lo nas suas forças físicas”.

Depois de pronta, a matéria foi exibida no telejornal da noite da TV Ideal e também nos principais telejornais da Rede Globo, alcançando grande repercussão, deixando milhões de telespectadores intrigados.

Poucos dias depois, Chico Xavier, que estava em estado terminal, recebeu alta do hospital. Foi submetido a tratamento domiciliar durante meses, até a recuperação completa.

Enquanto isso, o mundo se preparava para o espetáculo de mais uma Copa do Mundo que aconteceria no ano seguinte, organizada pela primeira vez por dois países: Coreia do Sul e Japão. Seria a também a primeira vez que uma edição da Copa do Mundo saia do eixo América-Europa. Os asiáticos estavam orgulhosos de organizar uma festa tão grande, e que reunia tantos convidados ilustres.

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Que sufoco, Brasil!!!

Posted by José Flávio Santos de Carvalho on 23:28
Sábado, 28 de agosto




Acordei hoje por volta das nove horas. Um pouco mais tarde do que, geralmente, costumo sair da cama aos sábados. Liguei a TV e, enquanto preparava o café, ouvia o noticiário que, desde às 8h da manhã, exibia uma programação voltada para o futebol e, especialmente, para a partida entre Brasil e Chile. Queria ouvir falar de outras coisas, desliguei a TV e liguei o rádio. A mesma coisa: também o rádio falava de futebol. Sem maiores opções, deixei o aparelho de som sintonizado na estação de rádio e segui fazendo os meus afazeres matinais.

Após terminar minha primeira refeição e as primeiras tarefas do dia, desci o elevador e sai para a rua. Como o jogo era à 1h da tarde, as lojas, evidentemente, fechariam às 11h. Enquanto caminhava pelas ruas movimentadas, via a esperança brilhar no coração das pessoas com quem cruzava... Sentia também certa ansiedade misturada a essa esperança. A maior parte das pessoas que passeavam pela cidade, ou faziam compras e outras coisas mais, vestia-se de verde e amarelo, cores de nossa seleção, ou tinham algum adereço que os mantivesse conectados a esse momento. Bandeiras tremulavam solitárias no alto dos prédios, mas a solidão daquelas bandeiras que se agitavam acima da minha cabeça era apenas aparente: centenas de outras da mesma espécie agitam-se e desfilavam pelas ruas, seja pendurada nos automóveis, nas mãos dos transeuntes, ou estampada em camisetas.

Entrei em algumas lojas onde os chineses vendem suas bugigangas. As lojas estavam repletas de adereços em verde e amarelo dos mais variados gostos e estilos. Tinha de tudo: de perucas a camisetas. Os compradores procuravam ávidos por uma dessas bugigangas. Todos queriam estar vestidos ou adornados a caráter para assistir o jogo de logo mais. Pensei que talvez no Chile estivesse acontecendo a mesma coisa... E talvez que eles estivessem bem mais apreensivos que nós brasileiros. Afinal de contas e apesar de todos os problemas, ainda somos o país do futebol e estamos jogando em casa. Enfim, não acabei comprando nada para mim, entretanto, comprei um adereço para colocar na bike. Ela também precisava entrar no clima de festa. Era um pompom, em verde e amarelo, ao estilo desses que se usam nos jogos para incentivar os times. Foi uma boa adaptação. Gostei do resultado.

Havia assistido aos jogos anteriores da seleção, em casa, por escolha própria. Quis ficar mais sossegado vendo os lances, ouvindo os comentários dos narradores. E hoje, que é que eu faço? Fico em casa ou vou assistir em casa de amigos? Quando pensei na cidade em festa que havia visto lá embaixo, e na importância daquela partida, resolvi que não dava para assistir sozinho. Seria sofrimento demais.

Tomei um banho, botei uma bermuda verde e branco e uma camisa amarela. Botei a bicicleta na rua e rumei para a casa do amigo, Gentil. Sempre costumo ir lá, mas dessa vez, evitei subir a Avenida Francisco Glicério, motivo? Ela estava abarrotada de carros. Segui então por uma rua mais tranquila e, só peguei, a Francisco Glicério novamente, quase ao final dela. No trajeto, vi muitas pessoas apressadas, querendo chegar logo em casa. Ninguém queria perder o grande jogo. Após cerca de vinte minutos, cheguei à casa do amigo Gentil. O relógio em pulso marcava meio-dia e meia.  

Faltava meia hora para o início do jogo. Desci da bike e toquei o interfone. Nada. Ninguém atendeu. Sempre quando chega lá, do portão ouço a conversa dos amigos reunidos e a música. Aliás, na casa do Gentil e da Toninha, esposa dele, sempre há música de boa qualidade. O simples fato de estar com eles e com os demais amigos que lá se reúnem, já é uma festa. Dessa vez, porém, procurava ouvir algum barulho que viesse do interior da residência e não ouvia nenhum.

Peguei o celular e liguei para ele:

_ Gentil, onde você vai assistir ao jogo?

_ Aqui em casa, em Gramado.

O casal tem outra casa em outro bairro, distante de onde estava. E agora? Indaguei a mim mesmo.

_ Vem assistir aqui com a gente. Só estamos eu e a Toninha em casa.

_ Não dá, estou aqui, em frente a tua casa, no Jardim Leonor. Até eu chegar aí, já vai ter terminado o primeiro tempo do jogo.

_ Por que você não vai assistir na casa do Pagano? Perguntou ele.

Pagano é um dos nossos amigos e mora ao final da quadra da rua em que eu estava. Minha ansiedade era tanta que nem lembrei disso.

- Boa ideia, disse eu desligando o celular e correndo para a casa do Pagano e de sua esposa, Maristela. Chegando lá toquei o interfone. Nada, ninguém atendeu. Também não ouvi nem um barulho dentro da casa. Já estava pensando em voltar para casa, quando a porta da casa vizinha se abriu: era o Pagano que estava assistindo o jogo na casa da filha dele Estelamaris. Ele veio abrir o portão e entrei, indo reunir-me a eles. Na casa do Maurício e Estelamaris, além de Pagano e Maristela, estavam reunidos as crianças: Felipe, Pedro e Leonardo, Miguel, Rafaela e outro Felipe, que é da Bahia e está passando uns dias por aqui. — este último, faz aniversário no dia hoje — e mais alguns amigos. Era um ambiente festivo. Fui juntar-me a eles perto da churrasqueira de onde vinha um delicioso cheiro de carne assada na brasa.




Ficamos ali conversando um pouco enquanto começava o jogo. Os jogadores de Brasil e Chile entraram em campo. Perfilaram-se e começaram a cantar o Hino Nacional. Esse tem sido sempre um emocionante espetáculo que precede as partidas propriamente ditas. Quando eles começaram a cantar o Hino no estádio, nós, do lado de cá da telinha, nos unimos aquele coro de milhares de vozes e também cantamos o Hino Brasileiro. Quem não fica emocionado com um espetáculo daqueles? Os chilenos também cantaram o seu Hino. O juiz apitou sinalizando o início da partida.

A partir daí foi um teste para cárdicos. A seleção brasileira não jogou nada bem. O Chile dominava o jogo e o Brasil ficava sem ter como sair para o ataque. A seleção brasileira, em vez de jogar aquele futebol, bonito que a que estamos acostumados, começou a chutar a bola de forma desordenada, sem objetivo, para longe, como se em nossa seleção não existisse meio de campo. A marcação cerrada em cima de Neymar contribuiu para que a estrela do craque ficasse meio apagada nessa partida. Enquanto isso, todos estávamos apreensivos. Para nosso grande alívio, David Luiz, em cobrança de escanteio mandou a bola para o fundo das redes do gol chileno. O gol fez a gente se levantar das cadeiras e vibrar como se estivéssemos no estádio. Nossa alegria, porém, durou pouco.


Da esquerda para a direita: Pedro, Felipe e Miguel

Enquanto o jogo se desenrolava em campo, entre nós surgiam conversas paralelas. Numa dessas conversas, Pagano, que entende bastante de futebol dizia: “Assim não dá. Aonde esses jogadores vão com esses chutões na bola. Porque não rolam a bola para o meio de campo, em vez de ficarem chutando de qualquer jeito”? Não deu outra: Uma bobeira da zaga do Brasil e o chileno Vargas roubou a bola e deu de presente para Sanchez marcar o gol de empate. Estávamos comendo carne, mas era como se uma espinha estivesse atravessada em nossa garganta. Mesmo empatando o time continuava sem empolgar e sem criar jogadas que levassem a uma vitória. Nos últimos minutos do tempo regulamentar, o Chile fez um ataque perigoso, a bola bateu na trave e quase entrou, foi por pouco. Prendemos a respiração e logo soltamos, aliviados.

Veio a prorrogação e nada de gols. Era a hora do calvário dos pênaltis. Era a hora de aparecer o nome mais importante do jogo... E ele apareceu na pessoa do goleiro Júlio César. Júlio fez duas defesas e ainda teve a sorte de ver a bola de um jogadores chilenos bater na trave e não entrar no gol. Os jogadores explodiram de alegria. Havíamos passado mais uma fase nesse game emocionante que é uma partida de futebol de Copa do Mundo.

Espero que o susto tenha acordado os jogadores da seleção brasileira e que, na próxima partida, eles estejam mais atentos e com melhor rendimento em campo. Afinal, agora não dá mais para brincar em campo. Quem perder a partida despede-se da competição e só restará chorar e esperar a próxima Copa, daqui há quatro anos.

Após esse susto, fomos finalmente cantar parabéns para o Leonardo. Que hoje fez 14 anos. Os parabéns ao garoto iam ser cantados do qualquer modo, mas com vitória do Brasil, o bolo ficou bem mais gostoso.

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O Mundial de 2014 fica cada vez mais emocionante!!

Posted by José Flávio Santos de Carvalho on 23:22
 Sexta-feira, 27 de junho

Enfim chegamos ao fim da primeira fase da Copa do Mundo de 2014. Muitas surpresas e muitas emoções foram vividas nos jogos que tivemos. Muitas outras ainda estão por vir. A partir de agora não há outra alternativa senão a vitória. Abaixo compartilho matéria do site da Rádio Jovem Pan, analisando os jogos da segunda fase deste Mundial e logo abaixo tabela com os jogos, dias, horários, locais e cidades, publicado pelo site do jornal O Globo.

Lembrando que amanhã tem Brasil x Chile, às 13 horas.

***




Entre campões e surpresas: Confira a análise das oitavas de final da Copa
Por Adriano Alves, Joven Pan

A Copa do Mundo de 2014 chegou à sua fase de mata-mata trazendo alguma das favoritas ao título, as possíveis surpresas e algumas zebras. Brasil, Alemanha, Uruguai, Argentina e França são as campeãs do mundo que tentam colocar mais uma estrela em sua camisa, enquanto a Holanda espera finalmente ter a glória pela primeira vez em sua história.
Colômbia e Bélgica confirmaram as expectativas de possíveis surpresas do Mundial e avançaram com 100% de aproveitamento. Por fora, Chile, Argélia, Costa Rica, Grécia, México, Suíça, Estados Unidos e Nigéria tentarão chocar todos os fanáticos por futebol e surpreender muito mais do que fizeram na fase de grupos.

Confira a análise, jogo por jogo, dos confrontos das oitavas de final da Copa do Mundo:

Brasil x Chile (28/06 – 13h – Mineirão)

A Seleção Brasileira finalizou a primeira fase com sete pontos (duas vitórias e um empate), mas ainda não passou a confiança necessária para os torcedores de que pode ganhar a Copa do Mundo. Dependente de Neymar, autor de quatro dos sete marcados pela equipe comandada por Felipão, o Brasil sonha em evoluir como equipe para ter alternativas em campo.

Apesar da boa campanha do Chile na primeira fase, eliminando a Espanha após vencê-la por 2 a 0, os donos da casa se apegam à fragilidade defensiva demonstrada em diversos momentos dos três jogos e ao tabu em mundiais, já que os chilenos foram eliminados pelos brasileiros nas oitavas de final em 1998 e em 2010.

Brasil 3x1 Croácia - Brasil 0x0 México - Camarões 1x4 Brasil

Chile 2x1 Austrália - Espanha 0x2 Chile - Holanda 2x0 Chile

Colômbia x Uruguai (28/06 – 17h – Maracanã)

Com a segunda melhor campanha da primeira fase, os colombianos provaram que continuam sendo ótimos mesmo sem a presença de seu principal jogador, o atacante Falcao Garcia. Segundo melhor ataque da competição e com James Rodriguez voando, o país já conta com a sua melhor participação em mundiais.

Os uruguaios precisaram correr atrás do prejuízo depois da derrota para a Costa Rica em sua estreia e venceram as campeãs do mundo Inglaterra e Itália para garantir a sua presença nas oitavas de final. Com quatro gols sofridos e apenas quatro marcados, a Celeste não poderá contar com Luis Suárez, suspenso após morder o zagueiro Chiellini, o que deixa as suas chances de sucesso bem reduzidas.

Colômbia 3x0 Grécia - Colômbia 2x1 Costa do Marfim - Japão 1x4 Colômbia

Uruguai 1x3 Costa Rica - Uruguai 2x1 Inglaterra - Itália 0x1 Uruguai

Holanda x México (29/06 – 13h – Castelão)

A Holanda anotou a melhor campanha da primeira fase e anotou dez gols em suas três partidas, sendo cinco deles logo na estreia, na reedição da última final de mundial contra a Espanha. Com Robben e Van Persie no comando, a Laranja Mecânica vê o sonho de conquistar a tão sonhada Copa mais perto.

O México passou do grupo do Brasil com sete pontos e só não foi a primeira colocada por conta do saldo de gols. Com uma defesa não muito confiável, mas com Ochoa em ótima forma e o ataque veloz, principalmente no momento em que Chicharito Hernandéz está em campo, a equipe comandada por Miguel Herrera sabe que terá que ter consistência para conseguir surpreender.

Espanha 1x5 Holanda - Holanda 3x2 Austrália - Holanda 2x0 Chile

México 1x0 Camarões - Brasil 0x0 México - Croácia 1x3 México

Costa Rica x Grécia (29/06 – 17h – Arena Pernambuco)

A Costa Rica sem dúvidas foi a grande sensação da primeira fase. Passar em primeiro no grupo da morte já lhe dá o devido respeito para tentar voos maiores na Copa do Mundo. Com jogadores jovens e um time bem armado por Jorge Luis Pinto tem no seu trunfo o contra-ataque e o seu trio de frente: Campbell, Bolaños e Bryan Ruiz.

Os gregos conseguiram confirmar a sua vaga no último minuto, com o gol de pênalti de Samaras contra a Costa do Marfim. Conhecidos pela defesa sólida, os europeus podem ter o antídoto para conter a velocidade costarriquenha, já que certamente não darão espaços para contra-ataques.

Uruguai 1x3 Costa Rica - Itália 0x1 Costa Rica - Costa Rica 0x0 Inglaterra

Colômbia 3x0 Grécia - Japão 0x0 Grécia - Grécia 2x1 Costa do Marfim

França x Nigéria (30/06 – 13h – Mané Garrincha)

Os franceses se apresentaram bem na primeira fase, principalmente na goleada sobre o competente time da Suíça. Com Benzema bom de mira e bons nomes no meio de campo, a campeã de 1998 dificilmente sofrerá para passar de fase contra os nigerianos.

Após bater a Bósnia por 1 a 0, os africanos não ficaram encolhidos e deram muitos problemas para a Argentina, fazendo a sua melhor partida, mesmo saindo derrotada de campo por 3 a 2. Se o atacante Musa tiver uma tarde inspirada como a da última rodada da primeira fase, a França vai precisar correr mais do que espera para confirmar o favoritismo.

França 3x0 Honduras - Suíça 2x5 França - Equador 0x0 França

Irã 0x0 Nigéria - Nigéria 1x0 Bósnia - Nigéria 2x3 Argentina

Alemanha x Argélia (30/06 -17h – Beira-Rio)

Sem dúvidas os alemães são um dos favoritos ao título. A campanha da primeira fase teve seus altos e baixos, começando pela sonora goleada por 4 a 0 sobre Portugal e o inesperado empate com Gana, por 2 a 2. A vitória magra contra os Estados Unidos não retratou o amplo domínio que obteve durante grande parte do jogo. Sim, a Alemanha chega forte para a fase final.

A Argélia, porém, não pode ser subestimada. Deram sufoco na Bélgica em sua única derrota da primeira fase e atropelaram a Coreia do Sul por 4 a 2. Arrancaram um empate contra os russos e tiveram oportunidade de sair vencedores. Chegam confiantes para a segunda fase, apesar da gigante tarefa que terão pela frente.

Alemanha 4x0 Portugal - Alemanha 2x2 Gana - Estados Unidos 0x1 Alemanha

Bélgica 2x1 Argélia - Coreia do Sul 2x4 Argélia - Argélia 1x1 Rússia

Argentina x Suíça (01/07 – 13h – Arena Corinthians)

Argentina e Suíça prometem um jogo de muito equilíbrio. Os Hermanos venceram as três partidas da primeira fase, mas em nenhuma deles teve uma grande apresentação. Como o Brasil depende de Neymar, a equipe de Alejandro Sabella também conta com as boas atuações de Messi, que marcou quatro dos seis gols argentinos no mundial. A defesa demonstra a sua fragilidade e pode ter problemas.

Os suíços não se apresentaram bem diante do grande desafio da primeira fase, quando foram goleados pela França por 5 a 2. Recuperados do baque, os cabeça-de-chave do Grupo E contam com um ótimo contra-ataque puxado por Drmic e Shaqiri, esse último autor dos três gols da vitória por 3 a 0 contra Honduras. Sonhar com a próxima fase não é nenhum absurdo.

Argentina 2x1 Bósnia - Argentina 1x0 Irã - Nigéria 2x3 Argentina

Suíça 2x1 Equador - Suíça 2x5 França - Honduras 0x3 Suíça

Bélgica x Estados Unidos (01/07 – 17h – Fonte Nova)

Outro jogo que promete grande equilíbrio. Os belgas terminaram a primeira fase com 100% de aproveitamento, mas não empolgaram em nenhuma das suas três partidas. Com um futebol lento e com poucas chances de gols criadas, eles marcaram apenas quatro gols. O grande nome da nova geração, Eden Hazard, ainda não se apresentou bem.

Os norte-americanos, sob comando de Jürgen Klinsmann, mostraram ótima organização em campo, o que acabou lhes dando a vaga nas oitavas de final. A grande esperança dos Estados Unidos fica por conta de Clint Dempsey, principal nome da equipe. Fechando os espaços para que Hazard, Mertens e De Bruyne não consigam criar e aproveitando os contra-ataques que a defesa europeia cede, os “yankees” podem acabar com o sonho da Bélgica.

Bélgica 2x1 Argélia - Bélgica 1x0 Rússia - Coreia do Sul 0x1 Bélgica

Gana 1x2 Estados Unidos - Estados Unidos 2x2 Portugal - Estados Unidos 0x1 Alemanha



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OITAVAS DE FINAL

Data
Hora
Mandante
Placar
Visitante
Local
Cidade
28/06
13:00
Brasil
x
Chile
Mineirão
Belo Horizonte
28/06
17:00
Colômbia
x
Uruguai
Maracanã
Rio de Janeiro
29/06
13:00
Holanda
x
México
Castelão
Fortaleza
29/06
17:00
Costa Rica
x
Grécia
Arena Pernambuco
Recife
30/06
13:00
França
x
Nigéria
Mané Garrincha
Brasília
30/06
17:00
Alemanha
x
Argélia
Beira-Rio
Porto Alegre
01/07
13:00
Argentina
x
Suíça
Arena de São Paulo
São Paulo
01/07
17:00
Bélgica
x
Estados Unidos
Arena Fonte Nova
Salvador



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