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Um aluno brilhante

Posted by José Flávio Santos de Carvalho on 01:19
Segunda-feira, 20 de abril

Caros leitores, apenas passei por aqui, nas primeiras horas desta segunda, para desejar uma boa semana a todos. Que ela seja vos seja de paz e alegria. Se há obstáculos no caminho, muito maior é a força que há em você para superá-los.

Aproveito para compartilhar com vocês, um texto que encontrei na Internet, no site Pensador, cuja autoria é atribuída a Albert Einstein, físico alemão, radicado nos Estados Unidos em 1933. Confesso que não sei ao certo se o texto é realmente do famoso pensador. É bem provável que não, mas diz algo de bom aos nossos corações e, por esse motivo, resolvi compartilhá-lo com vocês. Como não havia título, dei ao texto o mesmo título da presente postagem: Um aluno brilhante.

Se o mal não existe, sendo ele apenas a ausência do bem, então desejo que o bem seja abundante em vossos corações e, que o bem, despertado em muitos corações, seja como luz a dissipar as trevas que travam o caminho de evolução da humanidade.

***

Um aluno brilhante

Alemanha - Início do século 20

Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim desafiou seus alunos com esta pergunta:

— “Deus criou tudo o que existe?"

Um aluno respondeu com grande certeza:

— Sim, Ele criou!

— Deus criou tudo?

Perguntou novamente o professor.

— Sim senhor, respondeu o jovem.

O professor indagou:

— Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal? Pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau?

O jovem ficou calado diante de tal resposta e o professor, feliz, se regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era uma perda de tempo.

Outro estudante levantou a mão e disse:

— Posso fazer uma pergunta, professor?

— Lógico, foi a resposta do professor.

O jovem ficou de pé e perguntou:

— Professor, o frio existe?

— Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?

Com certa imponência, o rapaz respondeu:

— De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é a ausência de calor. Todo corpo ou objeto é suscetível de estudo quando possui ou transmite energia, o calor é o que faz com que este corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor.

— E, existe a escuridão? Continuou o estudante.

O professor respondeu temendo a continuação do estudante: Existe!

O estudante respondeu:

— Novamente comete um erro, senhor, a escuridão também não existe. A escuridão na realidade é a ausência de luz. A luz pode-se estudar, a escuridão não! Até existe o prisma de Nichols para decompor a luz branca nas várias cores de que está composta, com suas diferentes longitudes de ondas. A escuridão não!

Continuou:

— Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz.

Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim?! Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente.

Finalmente, o jovem perguntou ao professor:

— Senhor, o mal existe?

Certo de que para esta questão o aluno não teria explicação, o professor respondeu:

— Claro que sim! Lógico que existe. Como disse desde o começo, vemos estupros, crimes e violência no mundo todo, essas coisas são do mal!

Com um sorriso no rosto o estudante respondeu:

— O mal não existe, senhor, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem, é o mesmo dos casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a fé ou como o amor, que existem como existem o calor e a luz. O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente em seus corações. É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz.

Por volta dos anos 1900, este jovem foi aplaudido de pé, e o professor apenas balançou a cabeça permanecendo calado… Imediatamente o diretor dirigiu-se àquele jovem e perguntou qual era seu nome?

E ele respondeu:


— ALBERT EINSTEIN, senhor!

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